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Fernanda e Ana aparecem em 10º lugar em ranking da classe 470

O bom desempenho no 45º Trofeo Princesa Sofía rendeu às velejadoras gaúchas Fernanda Oliveira e Ana Barbachan uma posição no ranking mundial da classe 470. A dupla do Clube dos Jangadeiros terminou a tradicional competição realizada em Palma de Mallorca na 4ª colocação, em uma disputa que reuniu 47 tripulações, e pulou do 11º para o 10º lugar. Com apenas três eventos computados (a maioria das duplas tem seis), as atletas porto-alegrenses somam 556 pontos na classificação divulgada pela Federação Internacional de Vela (Isaf, na sigla em inglês) nesta segunda-feira, 7 de abril. A liderança é das francesas Camille Lecointre e Helene Defrance, que tem 946, seguidas pelas atuais campeãs olímpicas e do Trofeo Princesa Sofía, Jo Aleh e Polly Powrie, da Nova Zelândia, com 897.

O melhor momento de Fernanda e Ana no ranking aconteceu em 2013, quando as velejadoras venceram três etapas da Copa do Mundo de Vela (Miami, Palma de Mallorca e Hyères) e assumiram o primeiro lugar. Sem competir desde agosto passado, a dupla havia caído para a 11ª posição.

Confira todos os rankings da Isaf aqui.

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Foto: Martinez Studio/45º Trofeo Princesa Sofía.

Fernanda e Ana iniciam 45º Princesa Sofía em 5º lugar

Começaram nesta segunda-feira, 31 de março, em Palma de Mallorca, na Espanha, as regatas do 45º Trofeo Princesa Sofía. Campeãs do tradicional evento em 2013, as velejadoras Fernanda Oliveira e Ana Barbachan obtiveram um 13º lugar na primeira regata do dia e um 3º, na segunda. Com isto, a dupla do Jangadeiros abriu a disputa em 5º lugar na classe 470.

O Trofeo Princesa Sofia é uma das etapas da Copa do Mundo de Vela  e vai até o dia 6 de abril. A competição reúne mais de mil velejadores, de quase 60 países.

Confira todos os resultados do 45º Trofeo Princesa Sofía aqui.

Fernanda e Ana participarão do 45º Trofeo Princesa Sofia

As velejadoras Fernanda Oliveira e Ana Barbachan embarcaram nesta segunda-feira, 24 de março, para a Espanha, onde disputarão o 45º Trofeo Princesa Sofia. A competição faz parte da Copa do Mundo de Vela e reunirá tripulações de 53 países, entre os dias 31 de março e 6 de abril, em Palma de Mallorca. Antes da viagem, a dupla do Jangadeiros, que é a atual campeã do evento na classe 470, passou por um intenso período de treinos em Porto Alegre, de olho nas próximas competições internacionais. “A etapa de Palma abre a temporada de competições na Europa e é sempre muito disputada, com nível alto das adversárias. Mas seguimos o nosso planejamento e vamos nos dedicar ao máximo para conseguir bons resultados”, comentou Fernanda, que, ao lado de Ana e do técnico Paulo Riberto, logo após o evento de Palma, rumará para Hyères, na França, para mais uma etapa da Copa do Mundo de Vela, desta vez entre os dias 19 e 26 de abril.

Atletas do Jangadeiros e integrantes da Equipe Brasileira de Vela, Fernanda e Ana são patrocinadas por Furnas e pelas empresas BIC, Sulgás, e SulAmérica, viabilizado pela Lei Federal de Incentivo ao Esporte.

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Foto: Martinez Studio/Arquivo.

Robert Scheidt é indicado ao Laureus 2014

Maior atleta olímpico brasileiro em todos os tempos, Robert Scheidt pode conquistar mais um prêmio inédito para a Vela do Brasil. O velejador foi indicado ao prêmio Laureus 2014, o Oscar do Esporte, na categoria ‘Melhor Retorno do Ano’, pela campanha brilhante no retorno à Laser, coroada com o 11º título mundial na classe (o 14º da carreira), em Omã, aos 40 anos, em novembro de 2013. Antes de retornar à Laser, Scheidt se dedicou durante oito anos à classe Star. A cerimônia de premiação será realizada em 26 de março, em Kuala Lumpur, na Malásia.

Scheidt concorre com outros nomes fortes do esporte: o jogador Ronaldinho Gaúcho, que ajudou seu time, o Atlético Mineiro, a conquistar a Libertadores em 2013; o tenista espanhol Rafael Nadal, que superou uma lesão para vencer dez torneios, entre eles o Grand Slam de Roland Garros; e o golfista norte-americano Tiger Woods, que venceu cinco eventos do torneio da PGA dos Estados Unidos e também retomou a liderança do ranking mundial, após algumas temporadas em queda.

Se vencer, Scheidt será o primeiro atleta olímpico brasileiro a conquistar o Laureus. Na categoria em que o velejador concorre, apenas o jogador Ronaldo “Fenômeno” foi premiado, em 2003. O Brasil também venceu as categorias Equipe do Ano, com a seleção brasileira de futebol (2003); Para-atleta do Ano, com Daniel Dias (2009 e 2013); Atleta de Ação do Ano, com Bob Burnquist (2002); e Prêmio pela Carreira, com Pelé (2000).

Único brasileiro com 14 títulos mundiais no esporte olímpico, Scheidt também venceu em 2013 a Star Sailors League, nas Bahamas, com Bruno Prada, apenas um mês depois do Mundial de Omã. Pelos seus feitos, foi indicado para o Hall da Fama da publicação britânica Seahorse Magazine. Scheidt concorreu com o neozelandês Russel Coutts, medalhista de ouro nos Jogos de 1984, na Finn, e pentacampeão da America’s Cup. Superou-o e foi escolhido como melhor velejador do mês de março deste ano em votação online. “É a revista mais importante do mundo da vela e contar com esse reconhecimento, depois de fechar o ano com duas conquistas importantes aos 40 anos, é um grande estímulo para as próximas competições”, comenta o brasileiro.

Competição com gosto de estreia em Mallorca

A cerimônia de premiação do Laureus 2014 não deve contar com a presença de Robert Scheidt. O velejador seguirá para Palma de Mallorca, na Espanha, em 23 de março, para a 45ª edição do Trofeo SAR Princesa Sofía Mapfre. Válida pela quarta etapa da Copa do Mundo de Vela 2013/2014, a competição terá gosto de estreia para Scheidt, que fará sua primeira disputa na raia espanhola na classe Laser, entre 29 de março e 5 de abril. “Eu sempre competi em Palma na Star”, conta Scheidt, que venceu a competição duas vezes na classe, em 2007 e 2012. “Velejar de Laser em Palma é uma novidade para mim, e me deixa animado. Será bem divertido.”

A etapa de Palma de Mallorca da Copa do Mundo de Vela marca o ponto de partida para a temporada europeia, com presença maciça dos velejadores do continente em campanha para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016. Cerca de 800 atletas de 50 países devem participar da competição espanhola. “O Trofeo Princesa Sofia é tradicionalmente um dos três eventos mais fortes do ano. O resultado final não será tão importante, mas é claro que vou brigar pelo pódio”, destaca o velejador.

Com a exclusão, agora oficial, da Star da Olimpíada de 2016, Scheidt se concentra integralmente na campanha olímpica de Laser. De acordo com o velejador, o Trofeo Princesa Sofia também é importante como preparação para os principais desafios de 2014. “Neste ano teremos o primeiro evento-teste para a Olimpíada, no Rio de Janeiro, e o Mundial de Santander, classificatório para os Jogos do Rio. O Brasil já tem as vagas asseguradas, por ser o país-sede, mas para os outros é fundamental fazer um bom resultado, por isso será outra competição duríssima, reunindo os melhores do mundo”.

 

Campanha de Robert Scheidt desde a volta à Laser

Ouro no Campeonato Italiano de Classes Olímpicas – Scarlino (ITA), setembro/12

Ouro no Campeonato Brasileiro de Laser – Porto Alegre (BRA), janeiro/13

Ouro na Semana Brasileira de Vela – Rio de Janeiro (BRA), fevereiro/13

Ouro na Laser Europa Cup – Garda (ITA), março/13

Prata na Semana Olímpica Francesa – Hyères (FRA), abril/13

Prata na Semana de Vela de Kiel – Kiel (ALE), junho/13

Ouro na Rolex Ilhabela Sailing Week, na Star, com Bruno Prada – Ilhabela (BRA), julho/13

Prata no Campeonato Europeu de Laser – Dublin (IRL), setembro/13

Ouro no Mundial de Laser – Mussanah (OMN), novembro/13

Ouro na Star Sailors League Finals – Nassau (BAH), dezembro/13

Ouro na Copa Brasil – Niterói (BRA), janeiro/14

Prata na etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela – Miami (USA), fevereiro/14

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Maior atleta olímpico brasileiro

Laser

Onze títulos mundiais – 1991 (juvenil), 1995, 1996, 1997, 2000, 2001, 2002*, 2004 e 2005 e 2013

*Em 2002, foram realizados, separadamente, o Mundial de Vela da Isaf e o Mundial de Laser, ambos vencidos por Robert Scheidt

Três medalhas olímpicas – ouro em Atlanta/1996 e Atenas/2004, prata em Sydney/2000

Star

Três títulos mundiais – 2007, 2011 e 2012*

*Além deles, só os italianos Agostino Straulino e Nicolo Rode venceram três mundiais velejando juntos, na história da classe

Duas medalhas olímpicas – prata em Pequim/2008 e bronze em Londres/2012

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Da assessoria do velejador.

Foto: Lloyd Images.

Fernanda e Ana treinam de olho em competições internacionais

Depois de vencer três etapas da Copa do Mundo de Vela em 2013, as velejadoras Fernanda Oliveira e Ana Barbachan começam a preparação para defender os títulos conquistados no ano passado. A dupla esteve no do Jangadeiros na manhã desta quinta-feira, 13 de fevereiro, na companhia do técnico Paulo Ribeiro, e iniciou os treinamentos para o  45º Trofeo Princesa Sofia, que acontecerá de 29 de março a 5 de abril, em Palma de Mallorca, Espanha. A tradicional competição será a primeira de uma série que a dupla irá disputar em 2014, que também inclui a etapa de Hyéres da Copa do Mundo de Vela e o evento-teste para os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.

Isaf divulga Aviso de Regatas do evento-teste

A Federação Internacional de Vela (Isaf, na sigla em inglês) divulgou o Aviso de Regatas do evento-teste para os Jogos Olímpicos de 2016. A competição acontecerá entre os dias 2 e 9 de agosto e terá como sede a Marina da Glória, no Rio de Janeiro.  Localizada no Parque do Flamengo, entre a Zona Sul e o Centro do Rio, a área será palco das competições de vela durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. Às margens da Baía de Guanabara, o local reúne condições de vento e mar propícias à prática do esporte, além de um cenário de tirar o fôlego.

São esperados mais de 400 atletas, representando cerca de 60 países. Batizado de Aquece Rio, o evento é aberto às classes 470 (Masculino e Feminino), 49er, 49er FX, RS:X (Masculino e Feminino), Finn, Nacra 17, Laser e Laser Radial. Saiba mais em www.aquecerio.com.

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Foto: Kyra Mirsky/PecciCom.

CBVela muda critério para definir velejadores nos Jogos de 2016

Depois de seguidos ciclos olímpicos com seletivas nacionais para a definição dos representantes da vela brasileira em Jogos Olímpicos, a regra mudou para a Rio-2016. Por decisão da Confederação Brasileira de Vela (CBVela), o critério agora será a indicação após análise do desempenho dos atletas nas competições internacionais.

– Todas as maneiras têm suas vantagens e desvantagens. Nenhuma é perfeita. Vários países têm optado por esse modo com sucesso. Como esse é um ciclo olímpico especial, em que devemos ter mais recursos do que o normal, optamos por essa maneira – explicou o velejador Torben Grael, contratado pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) para ser o técnico-chefe da modalidade até os Jogos de 2016.

A Olimpíada do Rio terá dez classes, com uma vaga por país em cada uma. Disputada em Niterói (RJ) na última semana, a Copa Brasil de Vela definiu a Equipe Brasileira de Vela para 2014 e deu o pontapé para a briga pelas vagas nos Jogos. Esses velejadores – dois representantes por classe – receberão apoio da CBVela durante o ano para a participação em competições internacionais. Mas nada impede que outros atletas entrem na disputa pelas vagas na Olimpíada. É o caso das velejadoras do Jangadeiros Fernanda Oliveira e Ana Barbachan (foto), que não participaram do evento realizado em Niterói, mas tem apoio garantido pela confederação.

Pelo critério da CBVela, um comitê técnico foi criado para escolher os velejadores. Torben lidera o grupo, que deverá ter mais quatro ou cinco pessoas. A ideia é ter a equipe definida no fim de 2015. Para Londres-2012, os velejadores que classificaram suas classes para a Olimpíada no Mundial de Perth (AUS), em 2011, e depois venceram a seletiva nacional em Búzios (RJ), no início de 2012, se garantiram na Olimpíada. Somente a 470 feminina precisou de um desempate no Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca (ESP).

Para 2016, o Brasil tem a vaga garantida em todas as dez classes.

Equipe formada para 2014

Se a escolha dos velejadores para 2016 teve seu critério alterado, o mesmo aconteceu na formação da Equipe Brasileira de Vela. Em vez dos tradicionais Brasileiros de cada classe, a CBVela optou por reunir as classes num único evento.

– As classes olímpicas não são muito populares. Quando fazemos separado, fica difícil atrair a mídia, conseguir patrocinadores. Com todas as classes juntas, valendo como o Brasileiro, fica bem melhor de trabalhar – afirmou Torben Grael.

Em 2014, os velejadores receberão apoio da CBVela para a disputa das etapas da Copa do Mundo e para o Mundial da Federação Internacional de Vela (Isaf), em Santander, na Espanha, entre os dias 8 e 21 de setembro.

Equipe Brasileira de Vela em 2014:

RS:X feminino

Patricia Freitas e Bruna Martinelli.

RS:X masculino

Ricardo Winicki e Albert de Carvalho.

Finn

Jorge Zarif e Bruno Prada.

Laser Standard

Robert Scheidt, Matheus Dellagnelo e Bruno Fontes. Segundo Torben, são três velejadores porque a classe é a que tem os melhores resultados do Brasil e por ser uma das mais baratas.

Laser Radial

Fernanda Decnop e Odile Ginaid.

470 feminino

Renata Decnop/Isabel Swan e Leticia Nicolino/Mareana Gouvea. A medalhista olímpica Fernanda Oliveira, que foi mãe recentemente e está no top 10 da classe, também tem apoio garantido pela confederação.

470 masculino

Henrique Haddad/Bruno Bethlem e Geison Mendes/Gustavo Thiesen

49er

Dante Bianchi/Thomas Low Beer e Andre Fonseca/Mario Tinoco (filho de Torben ficou em terceiro)

49er FX

Martine Grael/Kahena Kunze e Juliana Senfft/Gabriela Nicolino.

Nacra 17

Clinio de Freitas/Claudia Swan e Samuel Albrecht/Geórgia Rodrigues.

Por Felipe Mendes, do Lance!

Foto: Marcio Rodrigues/Arquivo.

Terminou neste sábado a Copa Brasil de Vela

Com regatas próximas ao público, foram definidos neste sábado, dia 11 de janeiro, os campeões da Copa Brasil de Vela. Iniciado no dia 4, na praia de São Francisco, em Niterói, o evento contou com a presença de brasileiros e estrangeiros, todos em busca da tão sonhada vaga para os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016. Diferente dos outros dias, quando as regatas foram disputadas nas futuras raias dos Jogos, dentro e fora da baía de Guanabara, neste sábado as finais realizadas na enseada de São Francisco, bem próximas ao público. E quem esteve presente pôde ver de perto grandes nomes do iatismo mundial como Robert Scheidt, Bruno Prada e a inglesa Marit Bowmeester, medalhista de prata na classe Laser Radial em Londres. Representaram o Jangadeiros na competição, as duplas Fábio Pillar/Mathias Melecchi e Tiago Brito e Andrei Kneipp, ambas na classe 470. As tripulações ficaram em 6º e 7º lugares, respectivamente.

Estrela da festa, o vento mais uma vez demorou a aparecer em Niterói e a espera em terra foi grande. As largadas das primeiras regatas foram dadas depois das 15h, com o vento fraco e bastante rondado. Os primeiros a velejar foram as meninas do 49er FX e os meninos do Laser Standard. Entre as mulheres, a briga foi muito acirrada entre a dupla Martine Grael e Kahena Kunze e as inglesas Frances Peters e Hayling , com marcação cerrada e troca de bordos bem próximas à praia.  No final, vitória apertada para o Brasil.

“A regata hoje foi muito emocionante e exigiu muito do nosso preparo físico porque o vento foi bem inconstante. Ficamos muito próximos do público hoje e fizemos manobras bem pertinho dos banhistas, dava para escutar o narrador comentando a regata e foi legal para caramba, ainda mais com esse desfecho. A organização do evento está de parabéns porque é muito interessante ter esse contato com o público, muita gente talvez nem soubesse o que era o esporte e, quando saímos da água, começaram a comemorar e gritar Brasil. Foi muito bom”, disse Martine Grael.

Na Laser Standard, Robert Scheidt foi terceiro colocado na única regata do dia, mas garantiu o primeiro título de 2014 graças à vantagem acumulada na fase classificatória. O vencedor da regata da medalha foi o catarinense Matheus Dellagnelo, seguido pelo inglês Nick Thompson. “O vento estava muito rondado e diminuiu muito na terceira perna. Consegui segurar os outros velejadores e fazer uma regata perfeita. Regata da medalha tem dessas coisas”, disse Matheus, comemorando a vitória sobre Scheidt. “É sempre bom ganhar dele. Ele dominou a semana inteira, hoje foi a minha vez”, completou Matheus.

Na regata do 49er, os ingleses Dyla Fletcher e Alain Sign já tinham garantido o ouro durante a fase classificatória, porém o vento na baía de São Francisco não colaborou e apenas duas duplas brasileiras completaram a regata. Com a soma dos resultados, os brasileiros Dante Bianchi e Thomas Low Beer ficaram com a prata e André Fonseca e Mario Tinoco, com o bronze.

Na Laser Radial, pódio 100% internacional. A holandesa Marit Bowmeester, sétima colocada na regata da medalha, garantiu o título da competição, seguida pela inglesa Erika Reineke e pela americana Hannah Snellgrove. Fernanda Decnop, de Niterói, foi a primeira brasileira na classificação e comemora o bom resultado do dia: “Eu larguei em primeiro e optei por administrar a regata. Tinha que marcar algumas velejadoras para garantir o quarto lugar geral, então outras acabaram me passando. No final, terminei em terceiro, bem pertinho da segunda”, disse Fernanda.

Na Nacra, vitória do casal Clinio Freitas e Cacau Swan tanto na regata da medalha quanto no acumulado do campeonato. “O vento estava completamente maluco e nós demos sorte em pegar as rajadas certas”, disse ela, que participou dos Jogos Olímpicos de Barcelona, em 1992.

Na classe 470, em que homens e mulheres excepcionalmente correram juntos, a vitória foi dos franceses Sofian Bouvet e Jeremie Mion. Eles ficaram em quartos lugar na regata da medalha, abrindo três pontos sobre os argentinos Maria Fernanda Sesto e Juan de La Fuente. Henrique Haddad e Bruno Bethlem foram os primeiros brasileiros, na terceira colocação geral e segundo lugar na regata da medalha. “Ficamos muito contentes e surpresos com o resultado, das nove regatas nós só perdemos duas para os brasileiros. Estávamos ansiosos no começo e agora chegaremos mais tranquilos na nossa próxima competição, em Miami, daqui duas semanas. Este resultado foi importante, pois de agora em diante contaremos não só com o apoio da Marinha do Brasil, como também com o da CBVela”, disse Haddad.

Na Finn, mais um pódio internacional. Os ingleses dominaram a classe com Giles Scott em primeiro, Andrew Mills em segundo e Mark Andrews em terceiro. Jorginho Zarif, atual campeão mundial da classe, foi o primeiro brasileiro, na quarta colocação, a apenas dois pontos do pódio.

Entre os RS:X, Patrícia Freitas já havia garantido a vitória por antecipação, na sexta-feira, último dia da fase classificatória. Ricardo ‘Bimba’ Winicki também conquistou o título, invicto, após a disputa da regata da medalha. “Eu achei que fosse ganhar, mas não invicto. Fiquei bastante contente com o resultado e é sempre bom treinar e competir aqui na baía de Guanabara”, disse ele. 

Confira todos os resultados da Copa Brasil de Vela aqui.

 

Foto: Kyra Mirsky/PecciCom.

Duplas do Jangadeiros mantêm posições

O terceiro dia de regatas da Copa Brasil de Vela não alterou em nada a situação das duplas que representam o Jangadeiros em Niterói, Rio de Janeiro. Diferente dos dois primeiros dias de competição, nesta quinta-feira (9), o vento apareceu no horário, para felicidade dos velejadores. A organização optou por utilizar as três raias de dentro da Baía de Guanabara, com largada às 13h, conforme previsto. A dupla Fábio Pillar/Mathias Melecchi segue em 6º lugar, agora 35 pontos perdidos. Já Tiago Brito e Andrei Kneipp têm 39 e ocupam a sétima colocação. Os franceses Bouvet Sofian e Mion Jeremie lideram, com cinco vitórias em seis regatas, seguidos pelos brasileiros Henrique Haddad e Bruno Bethlem.

Confira todos os resultados da Copa Brasil de Vela aqui.

Foto: Kyra Mirsky/PecciCom.

Copa Brasil de Vela: Duplas do Jangadeiros estão em 6º e 7º

O segundo dia de regatas da Copa Brasil de Vela foi mais uma vez marcado por espera em terra. A largada estava prevista para as 13h, porém o vento fraco novamente fez com que os velejadores passassem mais tempo esperando a autorização para ir para a água.  O vento entrou por volta das 13h15, quando cada classe seguiu para a sua raia. Pela primeira vez nesta competição foi usada a raia de Niterói, do lado de fora da baía de Guanabara e as três classes que foram para lá gostaram das condições que encontraram.

Após a realização de mais duas regatas, as duplas do Jangadeiros mantiveram-se em posições intermediárias na classificação da classe 470, que conta com a participação de 10 tripulações. “Tivemos um começo de campeonato muito difícil. O balão rasgado na regata em que vínhamos liderando nos custou pontos preciosos e hoje tomamos algumas decisões erradas, o que também nos prejudicou. Mas a competição não chegou nem na metade ainda, de forma que confiamos na nossa velocidade e vamos brigar para subir na súmula”, avalia Fábio Pillar. Ele e Mathias Melecchi ocupam o sexto lugar (4º no masculino), com 25 pontos perdidos. Com a mesma pontuação, Tiago Brito e Andrei Kneipp estão na sétima colocação (5º no masculino). A jovem tripulação obteve três sextos lugares e um 7º, mostrando bastante regularidade em sua estreia na classe 470. A liderança segue com a dupla francesa Bouvet Sofian/Mion Jeremie, que venceu três das provas regatas realizadas.

Confira todos os resultados da Copa Brasil de Vela aqui.