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Estaleiro gaúcho apresenta novo projeto de 56 pés no Rio Boat Show 2014

O estaleiro gaúcho Cimitarra desenvolveu seu novo modelo, a Cimitarra 560 HT, a partir da já conhecida Cimitarra 500. A nova lancha tem um metro e meio a mais no comprimento do que sua irmã de 50 pés. Perfeita para os dias quentes, ela terá mais espaço e conforto na praça de popa. A cabine continua alta, 2,50 metros de altura, e tem duas suítes e um camarote com camas de solteiro.

A nova Cimitarra estará no Rio Boat Show 2014, que será realizado na Marina da Glória, de 9 a 15 de abril.

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Fonte: nautica.com.br.

Conheça os pontos essenciais da cartilha do marinheiro

Antes de sair conduzindo uma lancha, veleiro ou jet, o usuário, em geral, toma (ou deveria tomar) conhecimento das normas e procedimentos básicos de navegação. Com o passar do tempo, porém, se as saídas se tornam menos frequentes e o RIPEAM – Regulamento Internacional para Evitar Abalroamento no Mar – não for relido, informações essenciais que podem prevenir um acidente ou salvar o marinheiro de um sufoco acabam esquecidas. Confira alguns cuidados simples dos quais você não deve abrir mão quando sair de barco com a família ou os amigos.

1. Previsão do tempo

É fundamental checar a previsão, em qualquer tipo de navegação. Independentemente do tamanho do barco, sempre existe uma condição na qual a navegação se torna perigosa, caso os ventos soprem com muita intensidade. Pela internet, pesquise nos sites do Inpe (www.inpe.br), surfguru (www.surfguru.com.br) e Wind Guru (www.windguru.com.cz) para obter relatos sobre os ventos e as ondas na região em que pretende navegar.

2. Checklist

Conferir os níveis do óleo lubrificante e do líquido de arrefecimento do motor (quando houver), inspecionar os terminais da bateria, testar o funcionamento do rádio VHF e da bomba de porão é tarefa obrigatória de todo comandante antes de colocar o barco na água. Certifique-se também de que o material de salvatagem está a bordo e em boas condições de uso.

3. Combustível

Tenha certeza de que o combustível no tanque é suficiente para ir e voltar, lembrando que se deve deixar pelo menos um terço do volume estimado para a viagem como reserva.

4. Plano de navegação

Algumas marinas e iates clubes exigem que você faça um plano de navegação, com seu roteiro, horário previsto para a volta, número de pessoas a bordo e relação do equipamento de salvatagem, por escrito. Outros locais permitem que isso seja feito de maneira simplificada, pelo rádio. O importante é informar seu paradeiro para poder ser socorrido em caso de necessidade.

5. Bujão

Conferir se o bujão, conhecido também por bueira, está bem fechado é um cuidado básico em qualquer barco de pequeno porte que permaneça guardado fora d´água. Acredite, muitas lanchas e jets vão ao fundo simplesmente porque foram lançados na água com o bujão aberto.

6. Saída do porto

A velocidade ao deixar a marina ou a praia deve ser sempre reduzida. Isso evita gerar marolas e também contribui para que seu motor atinja a temperatura normal de funcionamento, o que ocorre passados cerca de cinco a dez minutos de funcionamento. Nessa hora, preste muita atenção aos instrumentos do motor e ao funcionamento da bomba de porão.

7. Preferência de passagem entre as embarcações

Lembre-se: se estiver conduzindo uma lancha, ao cruzar com veleiros, barcos a remo ou pranchas, essas embarcações não motorizadas têm prioridade de passagem caso estejam em rumo de colisão com seu barco. Se assim for, diminua a velocidade, desvie e passe sempre pela popa do outro barco.

8. Preferência de passagem entre as lanchas

Quando dois barcos a motor navegam em rumos que se cruzam, o da direita, boreste na linguagem marinheira, tem preferência de passagem, assim como dois automóveis em uma esquina sem semáforo ou sem preferencial. Se os barcos estiverem frente a frente, ambos devem desviar para a direita.

9. Preferência de passagem entre os veleiros

Quando dois veleiros navegam em rumos convergentes, estando ambos com a retranca do mesmo lado, o de barlavento (que recebe o vento primeiro) deve dar preferência ao veleiro de sotavento. Se estiverem com as retrancas em bordos opostos, o que estiver com as velas à esquerda do centro do barco tem preferência de passagem sobre o veleiro que estiver com as retrancas à direita do centro do barco.

10. Boias de marcação de canais

Entrando em um porto, as boias ou balizas vermelhas (conhecidas também como encarnadas) devem ser deixadas à direita do barco, e as boias e balizas verdes, à esquerda. Já para quem sai do porto o procedimento é exatamente o contrário: boias e balizas verdes à direita do barco e vermelhas à esquerda. Nesse caso, as cores das boias coincidem com as cores das luzes de bordos (verde e vermelha) do barco.

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Texto: Marcio Dottori.

Ilustração: Gilberto Miadaira.

Fonte: nautica.com.br.

As 10 criações que mudaram os barcos na última década

Gosta de tecnologia? Ideias criativas? Então confira a lista elaborada pela equipe da Revista Náutica com as 10 criações que mudaram os barcos e a vida de seus donos na última década:

Diesel náutico

Feito especialmente para barcos de lazer, o Verana, da Petrobras, oferece muitas vantagens. Tem cinco aditivos, contra zero do comum, polui menos e rende mais.

Joystick

Sistema para motores de popa ou centro-rabeta, que permite manobrar as lanchas com a ponta dos dedos, como nos videogames, com movimentos para frente, para trás e para os lados.

Eletrônicos multifunção

Com recursos como GPS, sonda, radar, piloto automático e plotter integrados em um só aparelho, podem até comandar o barco sozinho. Basta tocar na tela touchscreen.

Aplicativos para smartphone

Permitem baixar cartas náuticas, entre outras funções, e transformar o celular em um chartplotter, tornando a vida a bordo ainda mais prática.

Tecnologia sem fio

A comunicação por wi-fi ou bluetooth, que permite que os eletrônicos dialoguem entre si, controlados pelo celular, saiu do âmbito da informática para embarcar no mundo náutico.

Cascos coloridos

Amarelo, vermelho, preto e até rosa! O branco nunca saiu de moda, mas, seguindo uma tendência mundial, os estaleiros brasileiros descobriram o maravilhoso mundo das cores.

Sistema IPS

O revolucionário sistema de propulsão da Volvo permite que o barco consiga 20% mais de velocidade, com a mesma potência na motorização, gastando 30% menos combustível.

Teca sintética

O revestimento sintético para pisos de barcos é leve, não apodrece e tem praticamente a mesma textura da madeira teca tradicional.

Carta náutica digital

Permite a navegação em tempo real e oferece todos os recursos necessários para uma viagem segura, confiável e muito prática.

Vidros e janelas maiores

No lugar das vigias e gaiutas acanhadas, as lanchas ganharam grandes janelas laterais e teto solar no salão, que garantem mais luminosidade natural.

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Fonte: nautica.com.br.

Foto: Divulgação.