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Giovanne Pistorello e Gabriel Simões representam o Janga no Campeonato Brasileiro de 29er, em São Paulo

É dada a largada do Campeonato Brasileiro da Classe 29er, no Yacht Clube Santo Amaro, São Paulo!

Bons ventos para a nossa dupla Giovanne Pistorello e Gabriel Simões! A primeira regata inicia às 13h. Com a previsão de até 10 duplas, a Represa Guarapiranga sediará regatas até domingo (28).

Bruno Kneipp e Ian Paim defendem a camiseta do Janga no Mundial da Juventude, na China

O futuro da vela brasileira começa a sair do papel e entrar na água. Com 14 jovens velejadores, a delegação brasileira disputa o Mundial da Juventude, em Sanya, na China, campeonato realizado em parceria com o CBC (Comitê Brasileiro de Clubes). As regatas acontecem de 10 a 15 de dezembro, nas classes RS:X (masc. e fem.), 420 (masc. e fem.), Laser Radial (masc. e fem.), 29er (masc. e fem.) e Nacra 15 (aberta para duplas masculinas, femininas ou mistas). As primeiras estão previstas para esta segunda (11) e por causa do fuso, no horário de Brasília a competição começa na madrugada de domingo para segunda-feira.

Breno Kneipp e Ian Paim, nossos velejadores atuais campeões brasileiros na classe 29er, com muito orgulho, fazem parte da delegação que embarcou, na segunda, para competir no Mundial. A dupla vai defender a camiseta do Janga na categoria que os consagrou e os fez conquistar títulos importantes como o Estadual, o Sul-americano, o Interclubes e a Copa da Juventude, além do Brasileiro.

No domingo, a dupla participa da cerimônia de abertura do campeonato e na segunda (11) corre a primeira regata. A competição termina na sexta (15) com a solenidade de encerramento e premiação dos campeões.

O Brasil estará representado em todas as classes, com oito velejadores e seis velejadoras. A vela brasileira tem uma história de muitas conquistas no Mundial da Juventude, incluindo os ouros de Robert Scheidt (1991), Martine Grael e Kahena Kunze (2009), atletas que depois se tornariam medalhistas em Jogos Olímpicos. Nessa edição, nomes importantes da vela brasileira estarão presentes: André de Mari Fiuza, SP, Erik Gunnar Hoffmann, SC, Christine Marie Reimer, Santo Amaro (SP), Daniel Rocha Pereira, RJ, Carlos Eduardo Lins Monteiro Lopes, BA, entre outros.
Bons ventos a nossa delegação!

Bons ventos e sorte aos nossos velejadores!

Em entrevista, Robert Scheidt fala sobre os desafios de competir na 49er e deixa recado para os mais jovens

A partir das 19h de hoje (5), inicia a Copa Brasil de Vela. Mas enquanto os barcos não vão para a água, aproveitamos para falar com o medalhista olímpico Robert Scheidt. Durante a entrevista, minutos antes do treino, ele falou sobre a expectativa de começar em uma nova classe e da importância de preparar as futuras gerações olímpicas do Brasil.

Falando sobre o 2º Descobrindo a Vela no Jangadeiros, evento realizado no Clube neste domingo, ele também relembrou o seu início no esporte. “A vela é um esporte em que você interage com os elementos da natureza e foi isso que sempre me atraiu quando eu era jovem e começava no Optimist. Eu gostava do simples fato de colocar o meu barco na água e usar a força do vento, interagir com o ambiente”.

Confira a entrevista completa a seguir.

Como está sendo esse desafio de competir na 49er depois de tanto tempo no Laser?

É bem motivador! Eu que sempre velejei em barcos lentos, que possuem uma tática diferente, agora inicio em um extremamente rápido, com três velas e proeiro, que requer muita agilidade. É uma mudança grande, mas estou gostando muito. Tenho a sensação de que me completa como velejador aprender a competir em um barco assim. Ainda é cedo, eu velejei poucas vezes na 49er, então tenho muito o que melhorar, mas tenho um excelente proeiro, o Gabriel, com uma boa bagagem, o que ajuda muito. Estou bem feliz em estar aqui, em Porto Alegre, um lugar que sempre tive prazer em competir.

E o que tu podes nos dizer sobre essa raia aqui do Guaíba em que vais competir?

É uma raia muito dinâmica e, pelo Guaíba ser raso, há uma onda picada que dificulta bastante a condução do barco. O vento também é bom, mas você tem a chance de ter uma semana de vento fraco. Então, basicamente é preciso estar pronto para tudo aqui.

Até ontem tivemos o Brasileiro de 29er aqui no Jangadeiros, uma classe jovem que é como uma preparação para a 49er. Que recado você pode deixar para essa nova geração?

Eu acho que o 29er é um barco muito bom, especial para você ir ganhando experiência, já com proeiro e com balão assimétrico, em um esquife, que é o mesmo modelo do 49er. Então, começar cedo nesse barco já é um grande passo. Espero que a gente estimule cada vez mais essa classe, que precisa crescer bastante para depois termos esses velejadores migrando para a 49er, que aí o sonho olímpico começa a ser despertado.

Hoje tivemos o Descobrindo a Vela, que abriu as portas do Jangadeiros para os pequenos. O que a vela pode trazer para essas crianças?

Acho que é essa a mensagem: a criança que vai velejar não tem que ter o intuito de virar um campeão, mas de ter prazer naquilo e viver em um ambiente saudável para, aos poucos, criar o instinto competitivo. Mas isso é até secundário. O principal é você aprender um esporte novo e maravilhoso como é a vela.

Última semana de treinos antes do Brasileiro de 29er

Não há mais tempo a perder! A pouco menos de duas semanas do início do Campeonato Brasileiro de 29er, a flotilha do Jangadeiros intensifica o ritmo de treinamentos para a estreia. A competição, que acontece entre os dias 2 e 5 de março, é a primeira do movimentado mês que se avizinha. Além dela, os jovens atletas ainda participarão da Copa Brasil de Vela Jovem (5 a 11 de março) e do Sul-Americano da Classe (22 a 25 de março).

Para preparar toda esta equipe afinada, o auxiliar técnico da flotilha, Lucas Mazim, o Sorriso, conta como está sendo a rotina de treinamentos.

“Na primeira semana fizemos treinos de adaptação – velejadas sem a vela balão e com pouco contra vento – pois a maioria dos atletas ainda é nova na classe. Agora, estamos treinando mais manobras rápidas no leme, como trocar rapidamente de lado no barco, e controle de largada, para eles irem aprendendo a lidar com o balão assimétrico. Também realizamos regatas que simulam um pouco da competição que eles irão encontrar em março”, conta Sorriso.

Além da parte prática, na água, as lições também envolvem a observação de vídeos. O auxiliar técnico se reúne com a flotilha para mostrar regatas de atletas mais experientes e assim apontar os erros e acertos para os jovens. “Por mais tempo de competição que o velejador tenha, ele sempre vai cometer algum deslize. E é isso que eu procuro mostrar para os meninos. A perfeição não existe, mas podemos sempre buscar o mais próximo dela”, complementa.

 

 

 

 

Breno Kneipp: “Por sermos de casa e conhecermos a raia ajuda, mas é preciso ter muita atenção para que esta vantagem faça a diferença. Já estamos bem mais adaptados aos novos barcos, agora a regulagem está perfeita”.

 

 

 

 

Ian Paim: “Com os novos barcos, a flotilha aumentou e agora a competitividade, sempre amigável, de um puxando o outro, fica ainda maior. Isso é fundamental, ainda para mim e para Breno que defendemos o título da Copa Brasil de Vela Jovem. Além disso, vou ter o gostinho de velejar com o meu irmão na 29er”.

 

 

 

 

Vitor Paim: “Vai ser minha primeira experiência na classe. Agora, com um companheiro no barco, é preciso ainda mais atenção e sintonia. Além disso, procuro ouvir os mais velhos. O meu irmão, Ian, e principalmente o Breno, que é timoneiro também, são os que mais me dão conselhos”.

 

 

 

 

Gabriel Simões: “Eu e o Vitor saímos a pouco do Optmist, mas temos certeza que com o ensinamentos do Sorriso, assim como foram os do Átila e do Salvatore, iremos longe na 29er também. Nossos primeiros treinos foram bons e estamos muito pilhados para os campeonatos”.

 

 

 

 

Guilherme Plentz: “Começamos agora na classe, ainda não possuímos muita experciência, mas prometo dar o melhor de mim para conseguir um bom resultado. Semana passada, estreamos os barcos novos e foi uma velejada bem tranquila. Estamos aprendendo rápido!”.

 

 

 

 

Francisco Ruschel: “Estou gostando muito dessa nova classe. Achei os barcos muito legais e pude perceber nos treinos que tanto o proeiro quanto o timoneiro têm importância fundamental. Vejo que a 29er está crescendo muito, todo mundo que sai do Optimist quer ir para ela”.

 

 

 

 

Gabriel Kern: “O fato de velejarmos há muito tempo na raia ajuda muito e deve compensar o pouco tempo que temos de classe. O Diego, minha dupla, tem um pouco mais de tempo no 29er, espero me entrosar rápido com ele para que possamos fazer um bom papel”.

 

 

 

 

Diego Falcetta: “Tenho competido em muitas classes diferentes neste ano (laser e snipe) e espero que essas experiências possam me ajudar no 29er. Além disso, minha parceria com o Gabriel, que é campeão Sul-Brasileiro de Optimist, pode gerar bons frutos também”.

 

 

 

 

Giovanne Pistorello: “Vou correr com o Luizinho e nós estamos muito ansiosos para estes campeonatos e pretendemos seguir na classe. Ter um barco novinho em folha dá muito ânimo para competir e esses barcos do projeto são show”.

 

 

 

 

Luiz Pejnovic: “Curti muito os novos barcos eles representam um grande incentivo para nós que estamos começando na flotilha. Vou procurar dar o meu melhor nos campeonatos de março e trazer um pouco da minha experiência no Snipe para esse novo desafio”.

Velejar é preciso: flotilha da 29er intensifica o ritmo para as competições de março

Começou uma nova fase para os jovens velejadores! Nesta semana, os atletas que participarão dos campeonatos da classe 29er em março, puderam começar a montar os seus barcos recém-chegados do Projeto Preparando o Futuro Olímpico, firmado no convênio nº42 , Edital nº5, com o Comitê Brasileiro de Clubes (CBC).

Inclusive, já estão definidas as duplas que vão estrear as novas embarcações no Brasileiro de 29er, que acontecerá entre os dias 2 e 5 de março, no Jangadeiros.

Bruno Kneipp e Ian Paim

Lorenzo Bernd e Phillipp Rump

Giovanne Pistorello e Luiz Pejnovic 

Gabriel Kern e Diego Falcetta

Guilherme Plentz e Francisco Ruschel

Vitor Paim e Gabriel Simões

Lucas Mazim, treinador da flotilha, disse que ainda outras três ou quatro duplas devem ser formadas para a disputa das competições. Além do Brasileiro, a classe 29er tem mais dois campeonatos a serem disputados no próximo mês: a Copa Brasil de Vela Jovem, de 5 a 11, e o Sul-Americano, entre os dias 22 e 25.

 

Guilherme Plentz: “Começamos agora na classe, ainda não possuímos muita experciência, mas prometo dar o melhor de mim. Esta semana estreamos os barcos novos e foi uma velejada bem tranquila. Estamos aprendendo rápido!”.

 

 

Gabriel Kern: “O fato de velejarmos a muito tempo na raia ajuda muito e deve compensar o pouco tempo que temos de classe. Ainda não treinei com o Diego, mas espero me entrosar rápido com ele para que possamos fazer um bom papel”.

 

 

Gabriel Simões: “Eu e o Vitor saímos a pouco do Optmist, mas temos certeza que com o ensinamentos do Sorriso iremos longe na 29er também. Nossos primeiros treinos foram bons e estamos muito pilhados para os campeonatos”.

Atleta do Jangadeiros é campeão da Copa da Juventude

João no lugar mais alto do pódio. Foto: Jangadeiros/Divulgação

João no lugar mais alto do pódio. Foto: Jangadeiros/Divulgação

“João Emílio é um ótimo velejador, teve resultados incríveis no Optimist e foi para o Laser com força total. Nós velejamos muito juntos em dias, inclusive, que não tinham treinos marcados. Tenho certeza que foi o atleta que mais treinou para esse campeonato nos últimos dois meses”. Este foi o depoimento de Lucas Mazim, o Sorriso, antes do início da Copa da Juventude.

O técnico já reconhecia toda a dedicação do atleta e sabia de seu potencial antes mesmo de ele cair nas águas da Baía de Guanabara e os bons resultados começarem a aparecer. Foi uma campanha irretocável. Em todas as regatas João terminou entre as cinco primeiras competições.

Apesar dos ótimos resultados, o campeão revela que acreditou mais fortemente no título apenas no último dia. “Eu estava somente a três pontos do primeiro colocado e então a última regata seria tudo ou nada”, relata. O jovem de 16 anos também faz uma avaliação da sua performance na Cidade Maravilhosa. “Eu estou muito feliz de ter ganho esse título, as condições de vento na maior parte do tempo estavam boas e foi um campeonato de muito aprendizado e boas experiências”, resume.

Pódio da 29er com atletas do Jangadeiros. Foto: CaluBlyth

Pódio da 29er com atletas do Jangadeiros. Foto: CaluBlyth

Mas não foi só ele que fez bonito no Laser Radial. Guilherme Perez  e Diego Falcetta também se destacaram, ficando no 9º e no 11º primeiro lugar entre as 26 embarcações listadas. Na 29er, teve dobradinha do Jangadeiros no pódio. Com a mesma pontuação, mas vencendo no critério de desempate, a dupla formada por Breno Kneipp e Ian Paim ficou no segundo lugar e Lorenzo Bernd e Nicolas Mueller terminaram em terceiro.

Parabéns aos nossos atletas que nos enchem de orgulho, representando o Clube dentro e fora do Rio Grande do Sul e agora, mais uma vez, também em terras – ou melhor, águas – estrangeiras.

Atletas do Jangadeiros estão prontos para a Copa da Juventude

De hoje (10) até a próxima sexta-feira (14) acontece, no Rio de Janeiro, a Copa da Juventude, maior campeonato nacional da vela jovem. No torneio, que garante vaga para o Mundial da Nova Zelândia, sete atletas do Jangadeiros buscam a classificação e um bom desempenho nas águas da Baia da Guanabara.

João Emílio Vasconcellos, Diego Falcetta e Guilherme Perez disputam a vaga na classe Laser Radial. Já Breno Kneipp ao lado de Ian Pain e Lorenzo Bernd ao lado de Nicolas Muller competem na 29er. Junto com nossos atletas está o técnico Lucas Mazim, o Sorriso, um dos principais responsáveis pelos treinamentos dos garotos para a Copa da Juventude.

“Nessas últimas semanas, tivemos o campeonato estadual de Snipe, onde os atletas do Laser participaram e foi muito bom para pegar ritmo de regata. Já os guris da 29er também tiveram regatas do estadual com ventos fortes e mostraram muito domínio do barco”, completa. Sobre a expectativa dos resultados, Mazim acha difícil dar um prognóstico, pois, na vela, depende-se muito da natureza e de outras variáveis. Mas garante: eles estão muito bem preparados e treinados.

Confira o que cinco dos nossos atletas comentaram sobre o campeonato:

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Hoje, no início da tarde, já iniciam as regatas. Na Laser Radial serão 10 e na 29er serão 14. Nas duas classes existe a possibilidade de um descarte de resultado. Você confere todas as informações técnicas sobre a Copa da Juventude no regulamento oficial da competição.

Boa sorte aos nossos velejadores, que os bons ventos da Cidade Maravilhosa traga ótimos resultados!