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Batizado no 69º Brasileiro de Snipe!

Alegria e compromisso com a Classe

Os atletas que velejam primeira vez em um campeonato nacional não escapam do batizado. É um momento de brincadeiras, mas também de responsabilidade de representar bem o Snipe, uma das classes mais difíceis pela alta exigência técnica e de maior número de praticantes no País.

Neste Brasileiro, que foi sediado pelo Janga pela sexta vez, mais de 20 atletas foram batizados. “Esta tradição acontece há mais de 50 anos”, diz Cuca Sodré, presidente da Comissão de Regatas nesta edição do evento que reuniu em janeiro cerca de 120 atletas de diferentes estados.

Alexandre Paradeda e Lucas Mazim são campeões brasileiros de Snipe

O Clube dos Jangadeiros (CDJ) acaba de ganhar mais um título nacional. Ao lado de Lucas Mazim, o Sorriso, o multicampeão Alexandre Paradeda conquistou o seu 11º Campeonato Brasileiro de Snipe na última sexta-feira (27), em Ilhabela-SP. Em uma das edições mais disputadas dos últimos anos, a dupla venceu por um ponto Bruno Bethlem e Dante Bianchi (ICRJ), que ficaram com o segundo lugar.

“Foi um dos campeonatos mais duros que eu já tive. Nós começamos mal, precisávamos nos recuperar, concentrar na largada e voltar a andar bem. Conseguimos isso, evoluímos ao longo das regatas, apesar de uma punição no terceiro dia. Tudo isso deu um gostinho especial à conquista”, define Xandi, como Paradeda é mais conhecido no esporte.

Um dos maiores desafios da competição foi o alto nível técnico. Os atletas dos 67 barcos que estavam na disputa reuniam 16 títulos mundiais, três pan-americanos, 16 sul-americanos e 20 nacionais.

Emocionado com a conquista, Sorriso agradeceu a parceria e os ensinamentos do companheiro multicampeão e falou da sua determinação. “Acreditei do início ao fim. Treinei muito para isso e minha hora ia chegar um dia, e chegou”, ressalta.

Mas não foram só os campeões que fizeram bonito no mar agitado de Ilhabela. Gabriel Kieling e Átila Pellin (4º), Tiago Brito e Martin Rump (19º), Antonio Rosa e Guilherme Medaglia (39º) e Guilherme Perez e Diego Falcetta (62º) também honraram as cores do CDJ.

Em 2018, com data ainda indefinida, o Campeonato Brasileiro de Snipe vai ser disputada no Jangadeiros. Mais uma chance do Clube aumentar sua galeria de títulos, dessa vez nas águas do Guaíba.

Boletim do primeiro dia do Brasileiro de Snipe

São Pedro finalmente resolveu dar uma pequena trégua em Ilhabela. Apesar do dia permanecer nublado, durante as duas primeiras regatas do 68º Brasileiro da Classe Snipe a chuva parou, permitindo a entrada de ventos de até 12 nós.

A flotilha de 67 barcos foi para a água com um pequeno atraso de 45 minutos, o que não afetou a programção de hoje. Amanhã tem mais! Bons ventos para as duplas Tiago Brito e Martin Rump (13º), Alexandre Paradeda e Lucas Mazim (17º), Gabriel Kieling Bolinha e Átila Pellin (18º), Antonio Rosa e Guilherme Medaglia (26º) e Guilherme Perez e Diego Falcetta (59º).

Flotilha de Snipe se prepara para o Brasileiro da Classe

Uma das classes mais tradicionais e vitoriosas do Clube dos Jangadeiros, a Snipe, tem a sua principal competição nacional iniciando amanhã. O Campeonato Brasileiro deste ano acontece em Ilha Bela-SP e vai até o próximo dia 27.

Com mais de 20 títulos nacionais da classe na história e dois mundiais, a Flotilha de Snipe do CDJ disputará o torneio com cinco duplas: Guilherme Medaglia e Antônio Rosa, Guilherme Perez e Diego Falcetta, Alexandre Paradeda e Lucas Mazim, Gabriel Kieling e Átila Pelin e Tiago Brito e Martin Rumpp.

Capitão da Flotilha, o competidor Guilherme Medaglia falou da sua expectativa para o Brasileiro de Ilha-Bela. “O lugar é um cartão postal e o coração da vela, muitas regatas são disputadas lá anualmente. Sabemos que nesta época do ano existe um vento moderado de até 15 nós e estamos preparados para enfrentá-lo. Conseguimos alugar uma casa bem perto da raia onde acontecerão as competições e ficaremos todos juntos, concentrados. Será muito bom para descontrairmos e também traçarmos as melhores estratégias”.

 

Guilherme Medaglia: “Eu e o Totó vamos batalhar bastante para ficarmos em uma posição boa ali na categoria Júnior. Vai ser muito legal ver o Xandi e o Bolinha (Gabriel Kieling) competindo de perto os caras são muito feras”.

 

 

Átila Pellin: “Eu e o Bolinha estamos rápidos, vamos incomodar bastante. Tentar fazer um campeonato de poucos erros para se classificar entre os cinco primeiros e disputar, na sequência, o Mundial na Espanha”.

 

 

Diego Falcetta: “Como é o nosso primeiro campeonato, acredito que vale muito mais o aprendizado do que lugar na súmula. A parceria minha e do Gui é muito boa, conheço ele faz tempo e acho que só por velejar de laser juntos, já temos um bom entrosamento”.