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Equipe Brasileira de Vela, com caras novas e nomes consagrados, é apresentada ao final da IV Copa Brasil de Vela

Em disputa de alto nível técnico, Carlos Robles e Marco Grael vencem na 49er. Primeiro compromisso internacional será o Troféu Princesa Sofia, na Espanha

(por CBVela)

Com caras novas e nomes consagrados, a Equipe Brasileira de Vela está formada para a temporada 2017, a primeira do ciclo olímpico dos Jogos de Tóquio 2020. A definição veio neste sábado, dia 11, último dia de regatas da IV Copa Brasil de Vela, com a decisão dos campeões de cada classe olímpica, nas raias do Guaíba, em Porto Alegre. São eles: Carlos Robles e Marco Grael (49er), Jorge Zarif (Finn), Fernanda Oliveira e Ana Barbachan (470 feminino), Geison Mendes e Gustavo Thiesen (470 masculino), Patrícia Freitas (RS:X feminino), Albert de Carvalho (RS:X masculino), João Pedro Oliveira (Laser), Gabriella Kidd (Laser Radial) e Isabel Swan e Samuel Albrecht (Nacra 17). As campeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze, que participaram esta semana da competição de 49er, serão a dupla da classe 49er FX. O primeiro grande compromisso internacional do calendário é o Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca (Espanha), a partir do próximo dia 24.

“É apenas o começo do ciclo olímpico, mas creio que temos muito potencial como dupla”, afirmou Carlos Robles, que nasceu na Espanha mas é filho de mãe brasileira e tem dupla cidadania. “O Marco tem mais experiência que eu, já disputou os Jogos Olímpicos do Rio. Nós fazemos uma boa parceria. Fora da água, somos amigos e temos o mesmo objetivo: sermos os melhores velejadores que pudermos ser”.

A disputa na 49er teve alto nível técnico. Carlos Robles e Marco Grael foram os vencedores com 13 pontos perdidos. Maior medalhista olímpico do esporte brasileiro, Robert Scheidt ficou com a medalha de prata, ao lado de Gabriel Borges (16 p.p.), mostrando evolução e competitividade na primeira disputa na sua nova classe no Brasil. Martine Grael e Kahena Kunze, velejando entre os homens, acabaram em terceiro lugar (29 p.p.).

Em relação aos Jogos Rio 2016, as novidades na Equipe Brasileira são a presença de João Pedro Oliveira na Laser, Gabriella Kidd na Laser Radial e Geison Mendes e Gustavo Thiesen na 470 masculino, além de Albert de Carvalho, que venceu no RS:X masculino na ausência de Ricardo Winicki, o Bimba, velejador que dominou a classe no país nas últimas duas décadas.

Em contrapartida, atletas que ficaram no top 10 nos Jogos Rio 2016 ratificaram nas águas do Guaíba o predomínio técnico em suas classes, com o título da Copa Brasil. Foram os casos de Jorge Zarif (quarto colocado nos Jogos Rio 2016), Patrícia Freitas (oitava nos Jogos Olímpicos), Fernanda Oliveira e Ana Barbachan (oitavo lugar nos Jogos) e Isabel Swan e Samuel Albrecht (décimo).

“Foi um bom resultado. Nos próximos dias já vou embarcar para Palma de Mallorca, que é o primeiro campeonato internacional na Europa este ano. A Copa Brasil serviu como preparação, para tentar melhorar”, disse Jorge Zarif.

De acordo com o regulamento estabelecido pelo Conselho Técnico de Vela (CTV), os atletas vencedores da IV Copa Brasil de Vela passam a integrar o plano de investimento da Confederação Brasileira de Vela (CBVela) para participação nas principais competições internacionais deste ano. Além deles, os velejadores sub-23 mais bem classificados nas suas respectivas classes receberão suporte. Todos serão constantemente analisados no Programa de Desenvolvimento Individual de Atletas durante o ciclo olímpico, até os Jogos de Tóquio 2020. A competição em Porto Alegre também valeu pontos para o ranking mundial da Federação Internacional de Vela (World Sailing).

“Tivemos uma grande competição ao longo dessa semana, demonstrando mais uma vez a qualidade dos velejadores brasileiros. É com satisfação que vemos o surgimento de novos nomes e também a confirmação de atletas com experiência e conquistas internacionais. Os velejadores estão todos de parabéns. E só temos a agradecer ao Bradesco, patrocinador da CBVela; à Federação de Vela do Estado do Rio Grande do Sul, ao Clube dos Jangadeiros e ao Veleiros do Sul, nossos parceiros na organização do evento”, afirmou Marco Aurélio de Sá Ribeiro, presidente da CBVela.

Kitesurfe

A principal novidade da Copa Brasil foi a estreia do kitesurfe como nova classe da vela. Na categoria Foil, o campeão foi Roberto Veiga, com 12 pontos perdidos. Na Tubular, o vencedor foi Eduardo Fernandes, com 45 p.p. O evento foi válido também como 1ª Etapa do Brasileiro de Hidrofoil.

II Copa Brasil de Vela Jovem

Paralelamente à Copa Brasil, foi disputada a II Copa Brasil de Vela Jovem, onde só deu Jangadeiros. Na classe 420, os vencedores foram André Fiuza (VDS) e Pedro Zonta (CDJ), com 15 pontos perdidos; na 29er, Lorenzo Bernd e Philipp Rump (CDJ) venceram uma disputa muito equilibrada, com 13 p.p; na laser radial, João Emilio Vasconcelos (CDJ) foi o campeão com 27 p.p.

Os resultados finais vocês podem acompanhar clicando nos links abaixo:

Finn

470

RSX Masc

RSX Fem

Laser Standard

Laser Radial

Nacra17

49er

29er 

420

Kitesurfe

Fernanda Oliveira e Ana Barbachan venceram na classe 470 feminino da IV Copa Brasil de Vela e estão na Equipe Brasileira

Dupla que representou o Brasil nas duas últimas Olimpíadas na classe 470 feminino, Fernanda Oliveira e Ana Barbachan fazem parte, mais uma vez, da Equipe Brasileira de Vela. Depois de conquistarem o Sul-Americano da classe há uma semana, as gaúchas repetiram o resultado e venceram a IV Copa Brasil.

As campeãs avaliaram o seu desempenho na competição – em 10 regatas foram 28 pontos perdidos – e descreveram a emoção de estarem presentes novamente na Equipe Brasileira de Vela.

 

@Agenda Preview

Fernanda Oliveira. Foto:@Agenda Preview

 

“É uma situação um pouco diferente para mim, em função da minha gravidez, mas foi bom que a gente pode demonstrar um ótimo nível, vencendo no feminino e ficando em terceiro geral na 470, competindo com os homens. Vamos lá, é mais um início de ciclo olímpico e estamos prontas para encará-lo”.

 

 

 

 

Ana Barbachan. Foto @Agenda Preview

Ana Barbachan. Foto @Agenda Preview

 

“Fazer parte, mais uma vez, da Equipe Brasileira de Vela é uma realização pessoal acima de tudo. O esporte é a nossa profissão, uma profissão que a gente escolheu exercer, e é muito fazer parte deste grupo seleto. Vamos fazer de tudo para representar nosso país da melhor forma”.

 

 

Fernanda Oliveira e Ana Barbachan em ação na IV Copa Brasil de Vela. Foto: Jefferson Bernardes / @AgenciaPreview

Fernanda Oliveira e Ana Barbachan em ação na IV Copa Brasil de Vela. Foto: Jefferson Bernardes / @AgenciaPreview

Tiago Brito e Andrei Kneipp terminam em quinto lugar

Outra dupla do Jangadeiros que fez bonito na competição, foi Tiago Brito e Andrei Kneipp. Os jovens terminaram a IV Copa Brasil de Vela na quinta colocação com 48 pontos perdidos. Motivados pelo segundo lugar no Sul-Americano na categoria Júnior, os gaúchos chegaram a vencer uma regata no maior campeonato do calendário náutico nacional.

Tiago Brito e Andrei Kneipp em ação na IV Copa Brasil. Foto: Jefferson Bernardes / @AgenciaPreview

Tiago Brito e Andrei Kneipp em ação na IV Copa Brasil. Foto: Jefferson Bernardes / @AgenciaPreview

 

Kitesurfe colore o céu no quarto dia de Copa Brasil de Vela

A quinta-feira foi de estreia na Copa Brasil de Vela. Os belos kitesurfes fizeram sua primeira aparição no maior campeonato nacional da modalidade. Voadora e radical, a nova classe chamou a atenção dos curiosos que observavam as regatas no Guaíba.  Dia também ficou marcado por vitórias de Robert Scheidt na 49er e mudança no primeiro lugar na 29er. Duplas do Jangadeiros brigam regata a regata pela liderança na classe da II Copa Brasil de Vela Jovem.

Foto: Gustavo Roth / @AgenciaPreview

Confira os resultados parciais:

Finn

470

RSX Masc

RSX Fem

Laser Standard

Laser Radial

Nacra 17

49er

29er 

420

Kitesurfe

VOOS DO KITESURFE SÃO ATRAÇÃO À PARTE NA COPA BRASIL DE VELA

Nova classe tem seu primeiro dia de competição em Porto Alegre. Evento é válido também como 1ª etapa do Campeonato Brasileiro de Hidrofoil

(por CBVela)

Os barcos que estão na disputa da IV Copa Brasil de Vela e da II Copa Brasil de Vela Jovem ganharam a companhia de uma nova classe — voadora e radical — nesta quinta-feira, nas águas do Guaíba, em Porto Alegre. As pranchas do kitesurfe deram um colorido especial à competição. Apesar do vento fraco, foram realizadas as quatro regatas previstas de Hidrofoil, em evento válido também como 1ª etapa do Campeonato Brasileiro da categoria. É o casamento da emoção de um esporte eletrizante com a tradição vitoriosa da modalidade que mais conquistou medalhas de ouro olímpicas para o Brasil.

“Com essa proximidade entre a ABK e a CBVela, conseguimos unir a prática de mais de 20 anos que nós temos do kitesurfe com toda a tradição que a vela já construiu ao longo dos anos”, avalia Augusto Sampaio, presidente da Associação Brasileira de Kitesurfe (ABK).

A competição de Kitesurfe Hidrofoil em Porto Alegre conta com duas categorias: Tubular e Foil. Na primeira, os kites são equipados com velas infláveis, enchidas por uma bomba manual, diferentemente da segunda, que conta apenas o vento como propulsor durante a regata, formando uma espécie de parapente.

As séries foram bastante disputadas entre os velejadores, com um total de 11 inscritos. Na disputa do Foil, ao fim do primeiro dia, Bruno Lobo, atual campeão brasileiro de Hidrofoil, venceu as quatro provas e é o líder. Wilson Veloso aparece em segundo lugar, à frente de Roberto Veiga e Arthur Veloso, jovem de apenas 15 anos. No Tubular, o pernambucano Eduardo Fernandes venceu as disputas.

“Contamos uma estrutura excepcional que foi disponibilizada para a ABK realizar a prova. Não só de equipamentos, mas das pessoas envolvidas. A condição de ventos variou bastante, deixando a competição ainda mais acirrada. Esta sexta-feira será mais um dia de grandes disputas”, analisou Augusto Sampaio.

Terceiro dia de regatas da Copa Brasil de Vela tem estreia da classe Finn. Confira os resultados.

O vento demorou para oferecer condições para a realização das provas desta quarta-feira. Mas, depois de quatro horas de espera, os barcos foram para água e, ao menos, uma regata por classe pode ser feita. A tarde foi de estreia olímpica nas águas do Guaíba. Quarto colocado nos Jogos Rio 2016, Jorge Zarif, o Jorginho, não deu chance para ninguém na estreia da classe Finn na IV Copa Brasil de Vela. O atleta venceu as três regatas do dia e lidera com folga a competição. Amanhã iniciam as provas do kitesurf. (Fotos  Gustavo Roth/AgenciaPreview)

A seguir, confira os resultados provisórios de todas as classes e uma matéria produzida pela Confederação Brasileira de Vela (CBVela) sobre o surgimento de novas promessas da modalidade.

Resultados

Finn

470

RSX Masc

RSX Fem

Laser Satandard

Laser Radial

420

29er

49er

COPA BRASIL DE VELA JOVEM DÁ OPORTUNIDADE DE DESENVOLVIMENTO ÀS PROMESSAS DA MODALIDADE

Competição coloca jovens velejadores ao lado de ídolos do esporte brasileiro

(por CBVela)

O caminho até o topo no esporte de alto rendimento começa como uma brincadeira de criança, mas tem o seu momento decisivo. Seguir no esporte apenas como lazer ou investir a sério? Atenta ao desenvolvimento da modalidade, a CBVela (Confederação Brasileira de Vela) promove, nesta semana, a II Copa Brasil de Vela Jovem em paralelo à IV Copa Brasil de Vela, em Porto Alegre. É uma forma de estimular o intercâmbio das promessas do esporte com ídolos como Fernanda Oliveira, Isabel Swan, Kahena Kunze, Martine Grael e Robert Scheidt, medalhistas olímpicos do Brasil.

“O brilho no olhar muda. Os jovens estão mais focados e mais dedicados. Eles veem que os atletas com mais tempo de estrada passaram pela mesma coisa que eles estão passando e conseguem ver que podem chegar lá também”, afirma o diretor de Vela Jovem da CBVela, Alexandre Paradeda.

A iniciativa de fazer os dois campeonatos juntos começou em 2015. Além disso, Paradeda, destaca duas ações da CBVela voltadas para o desenvolvimento de novas promessas: o empréstimo de barcos 470 para uso entre os jovens atletas e a chance dos velejadores da Vela Jovem serem treinados pelos mesmos técnicos dos atletas da seleção principal.

“A ideia da Confederação foi ter todos os atletas juntos num ambiente competitivo para que esta convivência motive os mais novos a seguir uma carreira olímpica”, comenta Alexandre. Um dos destaques da II copa Brasil de Vela Jovem é André Fiuza, que até o final do terceiro dia de regatas, lidera na classe 420, ao lado de Pedro Zonta, com apenas seis pontos perdidos.

“Unir a juventude com atletas olímpicos foi uma ótima iniciativa da CBVela. Isso é bem útil para observarmos as classes olímpicas, termos um contato mais próximos com os atletas olímpicos e ainda ter um treinamento extra com os técnicos deles”, avalia André. “O clima aqui é o melhor possível, fazemos amigos, conhecemos novas pessoas e o jeito diferente de velejar dos estrangeiros, o que é muito válido nas provas internacionais”, acresecenta.

O projeto de Vela Jovem da CBVela tem o patrocínio do Grupo Energisa. A II Copa Brasil de Vela Jovem conta com as seguintes classes: RS:X (Masc e Fem.), Laser Radial (Masc e Fem.), 420 (Masc. e Fem.), 29er (Masc e Fem.) e Hobie Cat 16 (Aberto).

Copa Brasil de Vela tem estreia da classe 470. Dupla olímpica do Jangadeiros Fernanda Oliveira e Ana Barbachan lideram no feminino. Confira os resultados

O segundo dia de disputa da Copa Brasil de Vela foi de vento forte de direção sul na intensidade de 18 a 20 nós no Guaíba. Nesta quarta-feira, começa a disputa da classe Finn. (Fotos  Jefferson Bernardes/AgenciaPreview).

A seguir, veja os resultados provisórios para cada uma das classes e confira os depoimentos das atletas olímpicas do Brasil que têm ajudado a escrever história do Brasil na vela.

Resultados

Nacra 17

49er

29er

470

420

Laser Standard

Laser Radial

RSX Masc

RSX Fem

No embalo do Dia da Mulher, velejadoras medalhistas olímpicas destacam força feminina da Vela Brasil

(por CBVela)

Na véspera do Dia Internacional da Mulher, a vela brasileira encontrou razões para ressaltar a força feminina durante a IV Copa Brasil de Vela, em Porto Alegre. A competição tem a presença das quatro brasileiras medalhistas olímpicas da modalidade: as pioneiras Fernanda Oliveira e Isabel Swan, bronze nos Jogos de Pequim 2008 na classe 470; e as jovens Martine Grael e Kahena Kunze, que subiram no lugar mais alto do pódio da 49er FX nos Jogos Rio 2016. E elas destacaram a evolução da participação das mulheres no esporte.

“O esporte vem aumentando substancialmente o número de velejadoras. Antigamente eu era uma das poucas. É importante ter referências e hoje a gente tem resultados expressivos que motivam as jovens meninas que estão chegando”, disse Fernanda Oliveira, velejadora com cinco participações olímpicas na classe 470, que disputa a IV Copa Brasil ao lado de Ana Barbachan.

Isabel Swan, que mudou de classe e agora compete ao lado de Samuel Albrecht pela Nacra 17, ressaltou a capacidade feminina de enfrentar e superar os desafios.

“Para enfrentar ventos fortes é preciso ter força. O Dia da Mulher é importante para lembrarmos sempre da força que temos dentro de nós”

Martine Grael e Kahena Kunze, que além do ouro olímpico também já conquistaram o título mundial da 49er FX em 2014. Neste evento, elas estão na disputa da 49er, classe masculina. Venceram uma regata no primeiro dia e estão na terceira colocação geral.

“Aqui em Porto Alegre, estamos correndo com homens. Tomando este exemplo, diria para as mulheres nunca deixarem de fazer nada do que querem. O gênero não importa”, disse Martine.

“Nós, mulheres, somos guerreiras. Batalhamos e, independentemente do resultado, somos vitoriosas”, acrescentou Kahena.

Copa Brasil de Vela teve as primeiras regatas nesta segunda-feira. Confira os resultados

A  IV Copa Brasil de Vela e a Copa Brasil de Vela Jovem começaram nesta segunda-feira nas raias dos clubes Veleiros do Sul e Jangadeiros em Porto Alegre. (Fotos Gustavo Roth /@Agência Preview)

Veja os resultados

Classe Nacra 17

Classe 49er

Classe Laser Standard

Classe Laser Radial

Classe 420

Classe RSX Fem

Classe RSX Masc

Classe 29er

Começou! Clube dos Jangadeiros recebeu cerimônia de abertura da IV Copa Brasil e II Copa Brasil de Vela Jovem

Acabou a espera. No início da noite deste domingo (5) foi oficialmente aberta a IV Copa Brasil e a II Copa Brasil de Vela Jovem, as duas maiores competições do calendário náutico nacional. Em cerimônia realizada no Restaurante da Ilha no Clube dos Jangadeiros (CDJ), representantes da Confederação Brasileira de Vela (CBVela), membros da comodoria das duas entidades  sedes do campeonato – Jangadeiros e Veleiros do Sul -, autoridades da Marinha do Brasil e atletas se reuniram para acompanhar a solenidade.

“Começa um novo ciclo. A partir de agora, a Olimpíada Rio 2016 fica oficialmente para trás e a gente começará a ver na água quem serão os atletas em 2020. É muito bom que isso inicie aqui no Rio Grande do Sul, que é um Estado que tem mandado consistentemente velejadores para equipe olímpica e também tem um projeto de vela jovem muito forte. O esporte, ele se desenvolve de duas formas: pelo resultado e pelo exemplo. Por que quando você aproxima o esporte dos mais novos de diversas regiões, automaticamente estará motivando o surgimento de futuros campeões”, declara o presidente da CBVela, Marco Aurélio Sá Ribeiro.

Em um primeiro momento, o diretor executivo da CBVela, Daniel Santiago, em um bate-papo com os velejadores, apresentou um balanço com a prestação de contas do último ciclo olímpico e já projetou Tóquio 2020. Na sequência, o juiz internacional de regatas e velejador Eduardo Porto palestrou sobre como funciona o repasse de recursos públicos, que é a maior fonte de patrocínio do esporte náutico, e também sobre outras normas que regem a utilização desse tipo de verba por confederações, clubes e atletas.

Após o congresso técnico, iniciou-se o protocolo da cerimônia de abertura com o hino nacional do Brasil. Mas uma surpresa ainda aguardava os velejadores que representaram o país no Rio 2016. As dez tripulações presentes nos últimos Jogos Olímpicos receberam da CBVela um pin em homenagem às suas belas participações.

Manuel Ruttkay Pereira, comodoro do Clube dos Jangadeiros, finalizou a solenidade agradecendo a confiança da Confederação Brasileira de Vela em levar os dois maiores campeonatos à Porto Alegre e destacou a parceria com o Veleiros do Sul.

“É uma honra para o Clube dos Jangadeiros dividir com o Veleiros do Sul a sede destes dois grandes eventos. A rivalidade entre as duas entidades fica dentro da água e nós irmanamo-nos para fazer um brilhante início de ciclo olímpico para 2020”,  encerra Pereira, abraçado em Eduardo Ribas, comodoro do Veleiros do Sul.

Comodoro Manuel Ruttkay Pereira e Comodoro Eduardo Ribas. Foto: Gustavo Roth / @AgenciaPreview

Comodoro Manuel Ruttkay Pereira e Comodoro Eduardo Ribas. Foto: Gustavo Roth / @AgenciaPreview